sexta-feira, 27 de junho de 2014

O dilema meu de cada dia

  Tentei de milhares de formas tirar você da minha mente, mas como uma praga você se alastrou para uma parte tão profunda, se eu arrancá-lo uma parte minha será completamente danificada, foi por isso que não pude deixá-lo ir. Por isso mesmo quando te disse adeus, e era um adeus definitivo não pude fazê-lo, te excluir me mataria. No momento em que respondeu "É isso?" Queria desesperadamente dizer que não. Que se dissesse "Volta comigo" não pensaria nem meio segundo se quer e estaria aos seus pés como um cachorrinho pronta pra recebê-lo de volta.
  Com apenas duas palavras sua eu destruiria uma vida.. Nesse exato momento me dei conta de que não existia mais amor próprio dentro de mim, um ser tão insignificante como um vidro quebrado.
  Como é possível que eu me reestruture? Não acredito nessa mudança. Como alguém pode se amar se não vê motivos em fazê-lo? Tantas duvidas e nenhuma resposta!
  Um dilema tão complexo que não consigo desvendar, minha própria história correndo em círculos.
        Um dia irei me libertar?

Eu estava errada sobre o mundo,

apesar de sermos uma poeierinha nós respiramos e sobrevivemos apenas para morrer e voltar a vida primitiva de onde surgimos.
  Eu sempre quis ser alguém pra ser lembrada, por meu apoio e principalmente por meus textos, eles me dão muito orgulho.
  Eu não entendo os seres humanos, mas eles estão sempre buscando por algo, amor, aceitação, sucesso, dinheiro, paz. Mas tem algo que sempre encontra todos nós, solidão. Porque não importa quantos amigos ou parentes temos, cada um vive sua vida, cada um vive sua própria solidão.

Seu sorriso.

  Coração que anseia em meio a multidão pelo sorriso espalhafatoso que você sem querer deixou escapar, suficiente meigo para aquecer as profundezas do meu ser. Sorria novamente para que meus olhos se alegrem!